Semanário Litúrgico | Festa de Santo Estêvão Mártir e Apresentação do Bispo-Auxiliar

 


SEMANÁRIO LITÚRGICO
FESTA DE SANTO ESTÊVÃO MÁRTIR

26.12.2023

RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA
Ó Pai, Somos Nós o Povo Eleito

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

UM MENINO NASCEU PARA NÓS:
UM FILHO NOS FOI DADO!
O PODER REPOUSA EM SEUS OMBROS.
ELE SERÁ CHAMADO MENSAGEIRO
DO CONSELHO DE DEUS.


1. Ó REDENTOR DO MUNDO,
DO ETERNO PAI GERADO
JÁ ANTES DO UNIVERSO,
QUAL FILHO BEMAMADO.
DO PAI LUZ E ESPLENDOR,
NOSSA ESPERANÇA ETERNA,
OUVI DOS VOSSOS SERVOS
A PRECE HUMILDE E TERNA.

UM MENINO NASCEU PARA NÓS:
UM FILHO NOS FOI DADO!
O PODER REPOUSA EM SEUS OMBROS.
ELE SERÁ CHAMADO MENSAGEIRO
DO CONSELHO DE DEUS.

2. LEMBRAI, AUTOR DA VIDA,
NASCIDO DE MARIA,
QUE NOSSA FORMA HUMANA
TOMASTES, NESTE DIA.
A GLÓRIA DESTE DIA
ATESTA UM FATO NOVO,
QUE VÓS, DO PAI DESCENDO,
SALVASTES VOSSO POVO.

UM MENINO NASCEU PARA NÓS:
UM FILHO NOS FOI DADO!
O PODER REPOUSA EM SEUS OMBROS.
ELE SERÁ CHAMADO MENSAGEIRO
DO CONSELHO DE DEUS.

3. SAÚDAM VOSSA VINDA
O CÉU, A TERRA, O MAR,
E TODO SER QUE VIVE
ENTOA O SEU CANTAR.
E NÓS, POR VOSSO SANGUE
REMIDOS COMO POVO,
VOS CELEBRAMOS HOJE,
CANTANDO UM CANTO NOVO.

UM MENINO NASCEU PARA NÓS:
UM FILHO NOS FOI DADO!
O PODER REPOUSA EM SEUS OMBROS.
ELE SERÁ CHAMADO MENSAGEIRO
DO CONSELHO DE DEUS.


BULA DE NOMEAÇÃO

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

Em seguida um sacerdote designado prossegue com a leitura da bula de nomeação:

Leitor: 

Bula de Nomeação | Diocese do Rio de Janeiro

 

PAVLVS, EPISCOPVS,
SERVVS SERVORVM DEI, 

ao querido irmão Gabriel Torres, eleito bispo auxiliar da Diocese
do Rio de Janeiro e a todos que a esta lerem ou desta tomarem conhecimento,
saudação e bênção apostólica.
 

Evangelizadores: esta é a nossa missão confiada por Deus. A Caridade em nossos corações deve suscitar-nos a sempre, mais e mais, adentrarmos no mistério da fé e do amor que nos proporciona o chamado de Deus em nossas vidas.

Ao contemplar as exigências pastorais da Diocese do Rio de Janeiro, julgamos prudente e favorável designar um Bispo auxiliar para colaborar com o Bispo Diocesano na execução de suas responsabilidades pastorais. Após devida análise do parecer do Dicastério para os Bispos, é com notável confiança que identificamos em ti, estimado irmão, a capacidade necessária para assumir tal ministério.

Nesse contexto, utilizando de nossa autoridade apostólica e considerando as orientações do Dicastério para os Bispos, é com imensa alegria que nomeamos-te para assumir a função de bispo auxiliar na Diocese do Rio de Janeiro, localizada no Brasil, atribuindo-lhe todas as responsabilidades e deveres associados a tão nobre posição.

Outrossim, dedique-se à missão a ti confiada e, de acordo com o cânone 405, §2, assista com solicitude pastoral ao Bispo Arquidiocesano no governo da diocese. Que Maria, modelo das vocações, sempre esteja ao seu lado apontando o caminho certo a seguir: Cristo, o Senhor.

Dado e passado em Roma, aos vinte e um do mês de dezembro, do ano do Senhor de dois mil e vinte e três, primeiro de nosso Pontificado.



Pavlvs Pp. II
Pontifex Maximvs

Ao término o povo responde:
Ass: Graças a Deus.
SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A graça e a paz daquele que é, que era e que vem, estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Pres.: O Senhor disse: "Quem dentre de vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra". Reconheçamo-nos todos pecadores e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração.

Após um momento de silêncio:
Pres.: Confessemos os nossos pecados:
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.

Entoa-se o ''Kyrie Eleison''

GLÓRIA
Glória a Deus nos Altos Céus

Canta-se ou recita-se o hino Glória a Deus nas alturas.

GLÓRIA A DEUS NOS ALTOS CÉUS, PAZ NA TERRA AOS SEUS AMADOS
A VÓS VOS LOUVAM, REI CELESTE, OS QUE FORAM LIBERTADOS

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

DEUS E PAI NÓS VOS LOUVAMOS, ADORAMOS, BENDIZEMOS
DAMOS GLÓRIA AO VOSSO NOME, VOSSOS DONS AGRADECEMOS

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

SENHOR NOSSO JESUS CRISTO, UNIGÊNITO DO PAI
VÓS DE DEUS CORDEIRO SANTO, NOSSAS CULPAS PERDOAI

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

VÓS QUE ESTAIS JUNTO DO PAI, COMO NOSSO INTERCESSOR
ACOLHEI NOSSOS PEDIDOS, ATENDEI NOSSO CLAMOR

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

VÓS SOMENTE SOIS O SANTO, O ALTÍSSIMO, O SENHOR
COM O ESPÍRITO DIVINO, DE DEUS PAI O ESPLENDOR

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

ORAÇÃO DO DIA

Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:
Senhor, concedei-nos imitar o que celebramos, para aprendermos a amar até os inimigos, pois festejamos o martírio de Santo Estêvão, que soube orar por seus perseguidores. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(At 6, 8-10; 7, 54-59)

Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos
Naqueles dias, Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo. Mas alguns membros da chamada Sinagoga dos Libertos, junto com cirenenses e alexandrinos, e alguns da Cilícia e da Ásia, começaram a discutir com Estêvão. Porém, não conseguiam resistir à sabedoria e ao Espírito com que ele falava. Ao ouvir essas palavras, eles ficaram enfurecidos e rangeram os dentes contra Estêvão. Estêvão, cheio do Espírito Santo, olhou para o céu e viu a glória de Deus e Jesus, de pé, à direita de Deus. E disse: “Estou vendo o céu aberto, e o Filho do Homem, de pé, à direita de Deus”. Mas eles, dando grandes gritos e, tapando os ouvidos, avançaram todos juntos contra Estêvão; arrastaram-no para fora da cidade e começaram a apedrejá-lo. As testemunhas deixaram suas vestes aos pés de um jovem, chamado Saulo. Enquanto o apedrejavam, Estêvão clamou dizendo: “Senhor Jesus, acolhe o meu espírito”.

Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

℟. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.

— Sede uma rocha protetora para mim, um abrigo bem seguro que me salve! Sim, sois vós a minha rocha e fortaleza; por vossa honra orientai-me e conduzi-me! ℟.

— Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito, porque vós me salvareis, ó Deus fiel. Vosso amor me faz saltar de alegria, pois olhastes para as minhas aflições. ℟.

— Eu entrego em vossas mãos o meu destino; libertai-me do inimigo e do opressor! Mostrai serena a vossa face ao vosso servo, e salvai-me pela vossa compaixão! ℟.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Bendito o que vem em nome do Senhor. Nosso Deus é o Senhor, ele é a nossa luz (Sl 117, 26a. 27a)

Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Mt 10, 17-22)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Sac.: 
O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Sac.: 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus apóstolos: “Cuidado com os homens, porque eles vos entregarão aos tribunais e vos açoitarão nas suas sinagogas. Vós sereis levados diante de governadores e reis, por minha causa, para dar testemunho diante deles e das nações. Quando vos entregarem, não fiqueis preocupados como falar ou o que dizer. Então naquele momento vos será indicado o que deveis dizer. Com efeito, não sereis vós que havereis de falar, mas sim o Espírito do vosso Pai é que falará através de vós. O irmão entregará à morte o próprio irmão; o pai entregará o filho; os filhos se levantarão contra seus pais, e os matarão. Vós sereis odiados por todos, por causa do meu nome. Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo.

Ao final acrescenta:
Diác. ou Sac.: Palavra da Salvação.
Todos aclamam:
Ass.: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio.

HOMILIA

Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

Pres.: Irmãos e irmãs: Neste dia de festa e de alegria, supliquemos ao Pai, que está nos céus, que nos dê a sua paz e a vida eterna, dizendo, cheios de confiança:
Ass.: Ouvi-nos, Senhor.

1. Pelas Igrejas do Oriente e do Ocidente, para que revelem e anunciem em toda a parte que Jesus é o Verbo eterno de Deus Pai, oremos. 

2. Por todos os responsáveis das nações, para que unam os seus esforços e vontades em favor da paz e do progresso em toda a terra, oremos.

3. Pelos estrangeiros que moram entre nós, para que sejam respeitados na sua dignidade e encontrem mãos amigas que os acolham, oremos. 

4. Por todos nós que celebramos o Natal, para que Jesus nos guarde em sua graça e nos torne mais atentos uns aos outros, oremos. 

Pres.: Senhor, nosso Deus, que nos enviastes o vosso amado Filho para trazer ao mundo a luz do Céu, dai a cada homem a graça imensa de O reconhecer e acolher como Salvador. Ele que vive e reina por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO
Sobe A Jerusalém

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

SOBE A JERUSALÉM, VIRGEM OFERENTE SEM IGUAL.
VAI APRESENTA AO PAI TEU MENINO: LUZ QUE CHEGOU NO NATAL.
E, JUNTO À SUA CRUZ, QUANDO DEUS MORRER FICA DE PÉ.
SIM, ELE TE SALVOU, MAS O OFERECESTE POR NÓS COM TODA A FÉ.

NÓS VAMOS RENOVAR ESTE SACRIFÍCIO DE JESUS:
MORTE E RESSURREIÇÃO; VIDA QUE BROTOU DE SUA OFERTA NA CRUZ.
MÃE, VEM NOS ENSINAR A FAZER DA VIDA UMA OBLAÇÃO:
CULTO AGRADÁVEL A DEUS É FAZER A OFERTA DO PRÓPRIO CORAÇÃO.

O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. 

O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

O sacerdote, inclinado, reza em silêncio.

Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio.

CONVITE À ORAÇÃO

No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres.: Senhor, ao celebrarmos hoje a gloriosa comemoração do mártir Santo Estevão, pedimos que vos sejam agradáveis as oferendas de nossa devoção. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

PREFÁCIO DOS MÁRTIRES I

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso. O sangue que o santo mártir Santo Estêvão derramou, à imitação de Cristo, para a glória do vosso nome, manifesta as vossas maravilhas: assim, transformais a fragilidade humana em força e aos fracos dais coragem para o testemunho, por Cristo, Senhor nosso. Por isso, com as Virtudes celestes, vos celebramos na terra louvando vossa majestade, cantando (dizendo) a uma só voz::

SANTO
Santo

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM VOSSA GLÓRIA!
HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR.
HOSANA NAS ALTURAS!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA I

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz sore o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
que aceiteis e abençoeis + estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo, que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa Paulo, o nosso Bispo N., e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
O povo aclama:
Ass: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!

Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
O povo aclama:
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

"Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos o dia santíssimo em que Maria, intacta em sua virgindade, deu à luz o Salvador do mundo. Veneramos em primeiro lugar a memória da mesma Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. 
O povo aclama:
Ass: Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!

O sacerdote, com os braços abertos. continua:
Pres: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.

Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
O povo aclama:
Ass: Enviai o vosso Espírito Santo!
O sacerdote une as mãos.

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na véspera de sua paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Em seguida, diz:
Pres: Mistério da fé!
O povo aclama:
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação.
Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
Ass: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Une as mãos e inclina-se, dizendo:
Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
O povo aclama:
Ass: O Espírito nos uma num só corpo!

Memento dos defuntos.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
O povo aclama:
Ass: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

Bate no peito dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vossos Santos.
Une as mãos:
Por Cristo, Senhor nosso.

E o sacerdote prossegue:
4C: Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.

DOXOLOGIA
Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: POR CRISTO, COM CRISTO, EM CRISTO, A VÓS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA A HONRA E TODA A GLÓRIA, POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS.
Ass.: 
A-A-AMÉM! A-A-AMÉM! A-A-AMÉM! AMÉM! 
A-A-AMÉM! A-A-AMÉM! A-A-AMÉM! AMÉM!

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos, digamos juntos:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass.: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
 
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS, TENDE PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS, TENDE PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ!

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão, viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice, reza em silêncio e comunga o Sangue de Cristo.

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça-se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.

COMUNHÃO
Cristãos, Vinde Todos

1. CRISTÃOS, VINDE TODOS, COM ALEGRES CANTOS.
OH! VINDE, OH! VINDE ATÉ BELÉM.
VEDE NASCIDO, VOSSO REI ETERNO.

VENITE, ADOREMUS, VENITE ADOREMUS,
VENITE ADOREMUS DOMINUM!

2. HUMILDES PASTORES DEIXAM SEU REBANHO
E ALEGRES ACORREM AO REI DO CÉU.
NÓS, IGUALMENTE, CHEIOS DE ALEGRIA.

VENITE, ADOREMUS, VENITE ADOREMUS,
VENITE ADOREMUS DOMINUM!

3. O DEUS INVISÍVEL DE ETERNA GRANDEZA,
SOB VÉUS DE HUMILDADE, PODEMOS VER.
DEUS PEQUENINO, DEUS ENVOLTO EM FAIXAS!

VENITE, ADOREMUS, VENITE ADOREMUS,
VENITE ADOREMUS DOMINUM!

4. NASCEU EM POBREZA, REPOUSANDO EM PALHAS.
O NOSSO AFETO LHE VAMOS DAR. TANTO AMOU-NOS!
QUEM NÃO HÁ DE AMÁ-LO?

VENITE, ADOREMUS, VENITE ADOREMUS,
VENITE ADOREMUS DOMINUM!

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Pres.: Oremos.
O sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Nós vos damos graças, Senhor, pela abundância da vossa misericórdia para conosco, pois nos salvais pelo nascimento do vosso Filho e nos alegrais com a celebração do mártir Santo Estêvão. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

BULA DE NOMEAÇÃO

Em seguida todos se sentam e o chanceler diocesano prossegue com a leitura da ata de apresentação:

Chanceler: 

Ata de Apresentação | Bispo-Auxiliar da Diocese do Rio de Janeiro

    

DIOCESE DE SÃO SEBASTIÃO DO RIO DE JANEIRO
CÚRIA DIOCESANA DO RIO DE JANEIRO 

ATA DE APRESENTAÇÃO DO BISPO-AUXILIAR

Aos vinte e seis dias do mês de dezembro do Ano de dois mil e vinte e três, festa de Santo Estêvão, às dezessete horas e trinta minutos, na catedral diocesana de São Sebastião, Sé Diocesana, na presença dos senhores bispos, na presença ainda dos sacerdotes, religiosos e dos fiéis, realizou-se a apresentação solene do Exmo. e Revmo. Sr. Gabriel Torres como Bispo-Auxiliar do Rio de Janeiro. No ato foi lido o decreto de sua nomeação como Bispo-Auxiliar da Diocese do Rio de Janeiro. Dom Gabriel Torres, foi apresentado em sua Igreja Particular e concelebrou à Solene Celebração Eucarística presidida por nosso Bispo Diocesano Dom Paulo Henrique Cardeal Pacelli. Para constar foi lavrada a presente ata, que vai por mim assinada, Pe. Gabriel Santiago, chanceler da Cúria Diocesana, bem como por nosso Bispo Diocesano o Emmo. e Revmo. Sr. Dom Paulo Henrique Cardeal Pacelli, por nosso secretário diocesano o Revmo. Pe. Paulo Roncalli, pelo secretário pessoal de Vossa Eminência o Rev. Mons. Bruno Alexandre e ainda pelos membros do clero e por representantes dos fiéis leigos.

Rio de Janeiro, vinte e seis de dezembro do ano de dois mil e vinte três.


Pe. Gabriel Santiago
Chanceler da Cúria Diocesana da Diocese do Rio de Janeiro

Dom Paulo H. Cardeal Pacelli
Bispo Diocesano da Diocese do Rio de Janeiro

Pe. Paulo Roncalli
Secretário Diocesano da Diocese do Rio de Janeiro

Mons. Bruno Alexandre
Secretário Pessoal de Vossa Eminência Dom Paulo Henrique Cardeal Pacelli

Ao término o povo responde:
Ass: Graças a Deus.
Em seguida o Bispo Diocesano profere algumas palavras ao Bispo-Auxiliar que ao final profere algumas palavras aos fiéis da Diocese do Rio de Janeiro.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

Segue-se o rito de despedida. O presidente, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O sacerdote ou diácono diz:
Sac ou Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.

Pres: O Deus de infinita bondade, que, pela encarnação do seu Filho, dissipou as trevas do mundo e, com seu glorioso nascimento, inundou de luz este dia santíssimo, expulse dos vossos corações as trevas dos vícios e vos ilumine com a luz das virtudes.
Ass: Amém.

Pres: Aquele que anunciou aos pastores pelo anjo a grande alegria do nascimento do Salvador, faça transbordar de alegria vossos corações e vos torne mensageiros do seu Evangelho.
Ass: Amém.

Pres: Aquele que, pela encarnação de seu Filho, uniu a terra ao céu, vos cumule com os dons da sua paz e da sua benevolência e vos torne participantes da Igreja celeste.
Ass: Amém.

O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
O povo responde: 
Ass: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio presidente diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz, a missa terminou.
Ass.: Graças a Deus!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.


CANTO FINAL
Vinde Cristãos, Vinde à Porfia

1. VINDE CRISTÃOS, VINDE À PORFIA
HINOS CANTEMOS DE LOUVOR,
HINOS DE PAZ E DE ALEGRIA,
QUE OS ANJOS CANTAM AO SENHOR:

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

2. FOI NESTA NOITE VENTUROSA
EM QUE NASCEU O SALVADOR,
QUE ANJOS COM VOZ HARMONIOSA,
DERAM A DEUS O SEU LOUVOR:

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

3. VINDE JUNTAR-VOS AOS PASTORES,
VINDE COM ELES A BELÉM!
VINDE, CORRENDO PRESSUROSOS;
O SALVADOR, ENFIM, NOS VEM!

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

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