SOLENE TOMADA DE POSSE
DE DOM EVALDO CARDEAL HABSBURGO
COMO ARCEBISPO METROPOLITANO DO RIO DE JANEIRO
18.03.2024
RITOS INICIAIS
RECEPÇÃO DO BISPO NA PORTA DA IGREJA
Se o Bispo tiver sido transferido doutra Igreja ou não tiver recebido a ordenação episcopal na sua igreja catedral, convocada a comunidade diocesana, far-se-á a recepção com a celebração da Missa estacional, quando pela primeira vez entra na sua Igreja.
O Bispo é recebido à porta da igreja catedral pela primeira dignidade do cabido, ou, não havendo cabido, pelo reitor da mesma igreja, revestido de pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o aspersório da água benta, com o qual o Bispo se asperge a si mesmo e aos presentes. Depois, convém seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos. Em seguida, dirige-se para a sacristia, onde o mesmo Bispo, presbíteros concelebrantes, diáconos e restantes ministros se paramentam para a Missa, que será celebrada segundo o rito estacional.
CANTO DE ENTRADA
POVO DE REIS, ASSEMBLEIA SANTA, POVO SACERDOTAL,
POVO DE DEUS, CANTA AO TEU SENHOR!
NÓS TE CANTAMOS, Ó FILHO BEM AMADO DO PAI,
NÓS TE LOUVAMOS, CIÊNCIA ETERNA E VERBO DE DEUS.
NÓS TE CANTAMOS, Ó FILHO DA VHIRGEM MARIA,
NÓS TE LOUVAMOS, Ó CRISTO, NOSSO IRMÃO E NOSSO SALVADOR.
NÓS TE CANTAMOS, Ó LUZ QUE ALUMIA AS NOSSAS ALMAS,
NÓS TE LOUVAMOS, ESTRELA DA MANHÃ QUE ANUNCIA O DIA.
NÓS TE CANTAMOS, Ó NOSSO MEDIADOR PARA DEUS,
NÓS TE LOUVAMOS, ESTRADA DA VIDA, CAMINHO DO CÉU.
NÓS TE CANTAMOS, MESSIAS ESPERADO PELOS POBRES.
NÓS TE LOUVAMOS, Ó CRISTO NOSSO REI E PRÍNCIPE DA PAZ.
NÓS TE CANTAMOS, CORDEIRO DA PÁSCOA ETERNA.
NÓS TE LOUVAMOS, Ó VÍTIMA IMOLADA PELOS NOSSOS PECADOS.
NÓS TE CANTAMOS, Ó TEMPLO DA NOVA ALIANÇA.
NÓS TE LOUVAMOS, Ó PEDRA ANGULAR, ROCHEDO DE ISRAEL.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o Núncio Apostólico diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o povo.
Pres: A paz esteja convosco!
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
Pres: Caríssimos irmãos e irmãs, é com grande alegria que nos reunimos hoje, na igreja mãe da Arquidiocese do Rio de Janeiro para celebrar mais uma vez a chegada de um novo pastor. Bendito aqueles que construíram e constroem a história, desta igreja particular, através do serviço de apascentar o rebanho, dando concretude a presença de Cristo nosso Deus e pastor. Vamos nos assentar, e escutar com atenção as palavras que foram emanadas de Roma.
A seguir, do ambão, lê ao povo as referidas Letras Apostólicas, que todos escutam sentados.
Leitor:

PAVLVS, EPISCOPVS,
SERVVS SERVORVM DEI,
Eminentíssimos senhores Cardeais, excelentíssimos senhores Bispos, reverendíssimos presbíteros e diáconos, amados religiosos e caríssimos irmãos que tomarem conhecimento desta, saudação e benção no Senhor.
"Dai graças ao Senhor" (Sl 177) : ai dos pastores de Israel que só cuidam do seu próprio pasto. Não é seu rebanho que devem pastorear os pastores?" (Ez 34, 2). O pastor, simbolizado pelo epíscopo, é a representação do próprio Cristo, Sumo e Eterno Pastor, porém por falta de pastores as ovelhas estão se perdendo do aprisco e ficam vagueando pelas montanhas e colinas sem que ninguém cuide delas ou se ponha a procurá-la (cf. Ez 34, 5-6). O Bispo deve ser este condutor, que a exemplo do Bom Pastor, sai pelo mundo à procura da ovelha perdida e encontrando-a coloca em seus ombros e retorna para casa (cf. Lc 15, 4-7).
No mundo, em suas vicissitudes, precisamos ainda anunciar a esperança que foi trazida no patíbulo da cruz, onde os sofrimentos e a escravatura se transformaram em vida, fazendo com que o propósito fosse imensamente bom, justificando o cansaço da caminhada (cf. Spe Salvi, n. 1 e 4).
Portanto, ouvimos o parecer do colégio apostólico para o Brasil, bem como os Arcebispos Metropolitanos do Brasil e o Dicastério para os Bispos que solicitavam a esta Sé Romana o desmembramento da Igreja Particular do Rio de Janeiro para que se criassem novas igrejas, para fluírem os habitantes da mesma região, da cura mais fecunda de suas almas e ânimo alegre. Por isso, decidimos por ELEVAR a Diocese de São Sebastião do Rio de Janeiro à dignidade arquiepiscopal com todos os direitos e privilégios inerentes a esta categoria.
Aproveitamos o ensejo e NOMEAMOS-TE, querido filho, Dom Evaldo Junior Cardeal Habsburgo, como arcebispo desta circunscrição eclesiástica com direitos e deveres concernentes ao ofício. Deves, na missa de elevação da arquidiocese, tomar posse de teu ofício. Para isto, a missa iniciada pelo nosso delegado, após a saudação, se procederá a leitura desta Bula e logo em seguida deverás receber o pálio pastoral, por nós enviado. Serás então saudado pelo teu presbitério e povo e presidirás a sagrada Liturgia a partir de então. Sejam ainda lavradas três atas para serem arquivadas em nossos documentos, na Cúria Arquidiocesana e nos documentos da Nunciatura Apostólica.
Sem mais, confiamos toda a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro à materna intercessão de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, e de São Sebastião, padroeiro desta Arquidiocese, para que a grei do Senhor, sempre cuidada pelo Bom Pastor, tenha também pastores zelosos e se constitua como um povo fiel ao Senhor.
Ao fim da leitura da Bula, todos dizem:
℟.: Graças a Deus.
℟.: Graças a Deus.
Pres: Venerável irmão Dom Evaldo, lembra-te que Nosso Senhor Jesus Cristo modelo de serviço e de governo instituiu os Apóstolos para reger o povo, ao longo das gerações, este dom inicial foi sempre transmitido, pela sucessão ininterrupta dos Bispos, e a obra do Salvador se prolonga e cresce até os nossos dias. No Bispo com os seus presbíteros está presente entre vós o próprio Jesus Cristo, Senhor e Pontífice eterno. Pelo ministério do Bispo, é Cristo que continua a proclamar o Evangelho, distribuir aos que creem os sacramentos da fé, e incorporar novos membros á Igreja. Recebe agora o Báculo, e toma lugar na Cátedra desta Igreja, para que com solicitude e amor exerça esse ministério entre teus irmãos.
O Bispo presidente convida o convida o arcebispo a se sentar na cátedra.
SAUDAÇÃO AO BISPO
Feito isto, se for costume, a primeira dignidade do cabido, ou não havendo cabido, o reitor da igreja dirige uma saudação ao Bispo.
Em seguida, de acordo com os costumes locais, o cabido e pelo menos parte do clero, e alguns fiéis e, se for oportuno, a autoridade civil porventura presente, aproximam-se do seu Bispo, para lhe manifestarem obediência e respeito.
LEITURA DA ATA DA POSSE
Após a saudação o Chanceler do bispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.
Leitor: Aos dezoito dias do mês de março de doiz mil e vinte e quatro, às oito horas da noite, na Catedral de São Sebastião, Sé Arquidiocesana, na presença do veneravel Dom Alexander Felipe Núncio Apostólico para o Brasil dos demais senhores arcebispos e bispos presentes, na presença ainda dos sacerdotes, religiosos e dos fiéis, tomou posse como arcebispo metropolitano de São Sebastião no Rio de Janeiro o Exmo. e Revmo. Sr. Dom Evaldo Habsburgo. No início da cerimônia, após a apresentação do novo bispo, feita pelo senhor Nuncio Apostólico, este pediu que desse conhecimento a todos os presentes da nomeação canônica de Dom Evaldo Habsburgo, como arcebispo do Rio de Janeiro. Em seguida, senhor Nuncio Apostólico entregou o báculo pastoral e a cátedra a Dom Evaldo, dando posse ao novo arcebispo, que concelebrou à Solene Concelebração Eucarística. Para constar foi lavrada a presente ata, que vai por mim assinada, testemunha de tal posse, bem como por Dom Evaldo Habsburgo e ainda por todos os demais senhores arcebispos e bispos presentes, pelos membros do Colégio de Consultores e por representantes dos fiéis leigos.
Dado e passado nesta Arquiepiscopal cidade do Rio de Janeiro, aos dezoito dias do mês de março, no ano santo e jubilar de dois mil e vinte e quatro, sob sinal e selo de nossas armas.
BÊNÇÃO APOSTÓLICA
17. Ao fim da Celebração, o novo Bispo pode conceder a bênção apostólica, com indulgencias plenárias, com o seguinte rito:
Diác ou Sac: Caros irmãos, o nosso amador Pastor, Dom Evaldo Habsburgo por graça da Santa Sé Apostólica, Arcebispo Metropolitano desta Igreja do Rio de Janeiro em nome do Sumo Pontífice, dará a bênção com a indulgência plenária a todos aqui presentes, verdadeiramente arrependidos, confessados e restaurados pela sagrada comunhão. Rogai a Deus, pelo Santo Padre, o Papa Paulo, por nosso Arcebispo Dom Evaldo, e pela santa Mãe Igreja, e esforçai-vos por viver em sua plena comunhão e santidade de vida.
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Diác ou Sac: Inclinai-vos para receber a bênção.
E o bispo, com as mãos estendidas sobre o povo, diz:
Pres: Pelas preces e méritos da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e de todos os Santos, o Senhor todo-poderoso e cheio de misericórdia vos conceda tempo verdadeiro e frutuoso arrependimento, coração sempre penitente e emenda da vida, perseverança nas boas obras, e perdoando todos os vossos pecados, vos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.
Pres: Pela intercessão dos santos apóstolos São Pedro e São Paulo, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito + Santo.
Ass: Amém.
Diác ou Sac: Permaneçamos em paz.
Ass: Graças a Deus.
Terminada a reverência, o Arcebispo e os outros clérigos, dirigem-se para a sacristia e se paramentam para a Missa.
_____________________________________
CANTO DE ENTRADA DA MISSA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
VINDE, ALEGRES CANTEMOS
A DEUS DEMOS LOUVOR.
A UM PAI EXALTEMOS
SEMPRE COM MAIS FERVOR.
SÃO JOSÉ, A VÓS NOSSO AMOR
SEDE O NOSSO BOM PROTETOR.
AUMENTAI O NOSSO FERVOR!
SÃO JOSÉ TRIUNFANTE
VAI A GLÓRIA GOZAR.
E PRA SEMPRE REINANTE,
NO SENHOR REPOUSAR.
SÃO JOSÉ, A VÓS NOSSO AMOR
SEDE O NOSSO BOM PROTETOR.
AUMENTAI O NOSSO FERVOR!
Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
ANTÍFONA DE ENTRADA
(Cf. Lc 12, 42)
Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Eis o servo fiel e prudente, a quem o Senhor confiou a sua família.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A vós, irmãos, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
O Senhor Jesus, que nos convida à mesa da Palavra e da Eucaristia, nos chama a segui-lo fielmente. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia do Pai.
Pres.:
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, que enviais o vosso Espírito para criar em nós um coração novo, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, que nos tornastes participantes do vosso Corpo e do vosso Sangue, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.
HINO DO GLÓRIA
Canta-se ou recita-se em seguida o hino:
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO PODEROSO!
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS OS BENDIZEMOS
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS OS GLORIFICAMOS.
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO.
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS!
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS!
SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS O SENHOR!
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO JESUS CRISTO.
COM O ESPÍRITO SANTO NA GLÓRIA DE DEUS PAI.
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!
Ou, para a recitação:
℟.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa suhplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!
ORAÇÃO COLETA
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Deus todo-poderoso, na aurora dos novos tempos, confiastes a São José o cuidado dos mistérios da salvação humana; por sua intercessão, concedei à vossa Igreja conservá-los fielmente e levá-los à plenitude. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(2Sm 7, 4-5a. 12-14a. 16)
Leitor: Leitura do Segundo Livro de Samuel
Naqueles dias, a Palavra do Senhor foi dirigida a Natã nestes termos: “Vai dizer ao meu servo Davi: 'Assim fala o Senhor: Quando chegar o fim dos teus dias e repousares com teus pais, então, suscitarei, depois de ti, um filho teu, e confirmarei a sua realeza. Será ele que construirá uma casa para o meu nome, e eu firmarei para sempre o seu trono real. Eu serei para ele um pai e ele será para mim um filho. Tua casa e teu reino serão estáveis para sempre diante de mim, e teu trono será firme para sempre'”.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
— EIS QUE A SUA DESCENDÊNCIA DURARÁ ETERNAMENTE.
— Ó SENHOR, EU CANTAREI ETERNAMENTE O VOSSO AMOR, DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO EU CANTAREI VOSSA VERDADE! PORQUE DISSESTES: “O AMOR É GARANTIDO PARA SEMPRE!” E A VOSSA LEALDADE É TÃO FIRME COMO OS CÉUS.
— “EU FIRMEI UMA ALIANÇA COM MEU SERVO, MEU ELEITO, E EU FIZ UM JURAMENTO A DAVI, MEU SERVIDOR. PARA SEMPRE, NO TEU TRONO, FIRMAREI TUA LINHAGEM, DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO GARANTIREI O TEU REINADO!”
— ELE, ENTÃO, ME INVOCARÁ: “Ó SENHOR, VÓS SOIS MEU PAI, SOIS MEU DEUS, SOIS MEU ROCHEDO ONDE ENCONTRO A SALVAÇÃO!” GUARDAREI ETERNAMENTE PARA ELE A MINHA GRAÇA E COM ELE FIRMAREI MINHA ALIANÇA INDISSOLÚVEL.
Ou, para a recitação:
— Eis que a sua descendência durará eternamente.
— Ó Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor, de geração em geração eu cantarei vossa verdade! Porque dissestes: “O amor é garantido para sempre!” E a vossa lealdade é tão firme como os céus.
— “Eu firmei uma Aliança com meu servo, meu eleito, e eu fiz um juramento a Davi, meu servidor. Para sempre, no teu trono, firmarei tua linhagem, de geração em geração garantirei o teu reinado!”
— Ele, então, me invocará: “Ó Senhor, vós sois meu Pai, sois meu Deus, sois meu Rochedo onde encontro a salvação!” Guardarei eternamente para ele a minha graça e com ele firmarei minha Aliança indissolúvel.
SEGUNDA LEITURA
(Rm 4, 13. 16-18. 22)
Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos
Irmãos, não foi por causa da Lei, mas por causa da justiça que vem da fé, que Deus prometeu o mundo como herança a Abraão ou à sua descendência. É em virtude da fé que alguém se torna herdeiro. Logo, a condição de herdeiro é uma graça, um dom gratuito, e a promessa de Deus continua valendo para toda a descendência de Abraão, tanto para a descendência que se apega à Lei, quanto para a que se apoia somente na fé de Abraão, que é o pai de todos nós. Pois está escrito: “Eu fiz de ti pai de muitos povos”. Ele é pai diante de Deus, porque creu em Deus que vivifica os mortos e faz existir o que antes não existia. Contra toda a humana esperança, ele firmou-se na esperança e na fé. Assim, tornou-se pai de muitos povos, conforme lhe fora dito: “Assim será a tua posteridade”. Esta sua atitude de fé lhe foi creditada como justiça.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
LOUVOR E GLÓRIA A TI, SENHOR,
CRISTO, PALAVRA DE DEUS!
CRISTO, PALAVRA DE DEUS!
CRISTO, PALAVRA DE DEUS!
FELIZES OS QUE HABITAM VOSSA CASA,
PARA SEMPRE ELES HÃO DE VOS LOUVAR!
LOUVOR E GLÓRIA A TI, SENHOR,
CRISTO, PALAVRA DE DEUS!
CRISTO, PALAVRA DE DEUS!
CRISTO, PALAVRA DE DEUS!
Ou, para recitação:
℟.: Louvor e glória a ti, Senhor, Cristo, Palavra de Deus!
℣.: Felizes os que habitam vossa casa, para sempre eles hão de vos louvar!
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
EVANGELHO
(Mt 1, 16. 18-21. 24a)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo. A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria, em segredo. Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados”. Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado.
℣.: Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo. A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria, em segredo. Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados”. Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado.
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Apostólico)
Pres.: Professemos a nossa fé.
℟.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes até da Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
Pres.: Irmãs e irmãos: Reunidos para celebrar as maravilhas que Deus realizou em São José, homem justo e humilde, elevemos ao Pai do Céu as nossas súplicas, dizendo, com alegria:
℟.: Ouvi-nos, Senhor.
1. Pela santa Igreja, dispersa por toda a terra, para que anuncie a palavra de Deus com alegria e dê fruto no coração dos seus fiéis, oremos.
2. Pelos que exercem a autoridade neste mundo, para que sejam humanos nas suas decisões e pratiquem obras de justiça e de retidão, oremos.
3. Pelos pais e mães de família, para que a oração em família e os sacramentos alimentem a sua fé e a de seus filhos, oremos.
4. Por todos nós aqui reunidos em assembleia, para que, por intercessão de São José, tenhamos uma boa morte, na paz de Deus, oremos.
Pres.: Senhor, nosso Deus, velai por todos os filhos da Igreja, para que, nas alegrias e provações desta vida, descubram, como São José, a vossa vontade misteriosa e colaborem na obra da redenção. Por Cristo Senhor nosso.
℟.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
SÊ BENDITO, SENHOR PARA SEMPRE
PELOS FRUTOS DAS NOSSAS JORNADAS!
REPARTIDOS NA MESA DO REINO,
ANUNCIAM A PAZ ALMEJADA!
SENHOR DA VIDA,
TU ÉS A NOSSA SALVAÇÃO!
AO PREPARARMOS A TUA MESA,
EM TI BUSCAMOS RESSURREIÇÃO!
SÊ BENDITO, SENHOR PARA SEMPRE
PELOS MARES, OS RIOS E AS FONTES!
NOS RECORDAM A TUA JUSTIÇA,
QUE NOS LEVAM A UM NOVO HORIZONTE!
SENHOR DA VIDA,
TU ÉS A NOSSA SALVAÇÃO!
AO PREPARARMOS A TUA MESA,
EM TI BUSCAMOS RESSURREIÇÃO!
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
RITOS FINAIS
Pres.: Senhor, assim como São José se dedicou com amor e fidelidade ao serviço do vosso Filho unigênito, nascido da Virgem Maria, fazei que também nós sirvamos de coração puro aos mistérios do vosso altar. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
PREFÁCIO
(A missão de São José)
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, e na solenidade de São José louvar, bendizer e proclamar vossa grandeza. Ele, homem justo, dado por esposo à Virgem Mãe de Deus, servo fiel e prudente, foi posto à frente da vossa família para cuidar como pai do vosso Filho Unigênito, concebido pelo poder do Espírito Santo, Jesus Cristo, Senhor nosso. Por ele, os Anjos vos louvam, as Dominações vos adoram, as Potestades vos reverenciam; os céus e as Forças celestes, com os beatos Serafins, unidos e exultantes vos celebram. Concedei, também a nós, associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:
SANTO
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO,
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR
BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
Ou, para a recitação:
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Pres.: Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
Pres.: Mistério da fé!
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Paulo, com o nosso Bispo Evaldo, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
℟.: Amém.
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ!
DAI-NOS A VOSSA PAZ! DAI-NOS A PAZ!
DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ!
DAI-NOS A VOSSA PAZ! DAI-NOS A PAZ!
Ou recita-se:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
JOSÉ, HUMILDE ARTESÃO
TRABALHASTE NOITE E DIA
PARA NÃO FALTAR O PÃO,
PARA NÃO FALTAR O PÃO.
NO LAR DA VIRGEM MARIA.
QUE NÃO FALTE EM NOSSA VIDA
ESTE PÃO QUE VEM DO CÉU
MAS CRESCEU COM A COMIDA
QUE O TEU TRABALHO LHE DEU.
VEM AJUDAR-NOS, JOSÉ
ENSINA-NOS OUTRA VEZ
A RECEBER COM MAIS FÉ
O PÃO QUE JESUS SE FEZ.
JOSÉ, HUMILDE ARTESÃO
TRABALHASTE NOITE E DIA
PARA NÃO FALTAR O PÃO,
PARA NÃO FALTAR O PÃO.
NO LAR DA VHIRGEM MARIA.
QUE NÃO FALTE EM NOSSA VIDA
ESTE PÃO QUE VEM DO CÉU
MAS CRESCEU COM A COMIDA
QUE O TEU TRABALHO LHE DEU.
ESTE JESUS TÃO CRIANÇA
TE DEU RAZÃO PRA VIVER
DÁ-NOS CRESCER NA ESPERANÇA
POR ESTE PÃO AQUI TER.
JOSÉ, HUMILDE ARTESÃO
TRABALHASTE NOITE E DIA
PARA NÃO FALTAR O PÃO,
PARA NÃO FALTAR O PÃO.
NO LAR DA VHIRGEM MARIA.
QUE NÃO FALTE EM NOSSA VIDA
ESTE PÃO QUE VEM DO CÉU
MAS CRESCEU COM A COMIDA
QUE O TEU TRABALHO LHE DEU.
ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Cf. Mt 25, 21)
Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Muito bem, servo bom e fiel, entra na alegria do teu Senhor.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Senhor, que na solenidade de São José alimentastes neste altar a vossa família, defendei-a sempre com a vossa proteção e conservai nela os vossos dons. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
BÊNÇÃO FINAL
(Na festa de um Santo)
Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.
Pres.: Deus, nosso Pai, que hoje nos reuniu para celebrar a festa de São José, Padroeiro da Igreja Universal, vos abençoe, vos proteja de todo o mal e vos confirme na sua paz.
℟.: Amém.
Pres.: O Cristo Senhor, que manifestou em São José a força renovadora da Páscoa, vos torne testemunhas do seu Evangelho.
℟.: Amém.
Pres.: O Espírito Santo, que em São José nos ofereceu um sinal de caridade divina, vos torne capazes de criar na Igreja uma verdadeira comunhão de fé e amor.
℟.: Amém.
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.
℟.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida.
℟.: Graças a Deus!
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
CANTO FINAL
CONDUZIDOS A ESTE DESERTO,
DEUS NOS CHAMA À LIBERTAÇÃO
DA INDIFERENÇA E DIVISÃO:
“ONDE ESTÁ TUA IRMÃ, TEU IRMÃO?”
EIS A HORA! O REINO ESTÁ PERTO,
CRÊ NA PALAVRA E NA CONVERSÃO.
“VÓS SOIS TODOS IRMÃOS E IRMÃS”
É PALAVRA DE CRISTO, O SENHOR;
POIS A FRATERNIDADE HUMANA
DEVE SER CONVERSÃO E VALOR.
SEJA ESTE UM TEMPO PROPÍCIO
PARA ABRIR-NOS, ENFIM, AO AMOR!
