LIVRETO CELEBRATIVO | POSSE CANÔNICA


                   LIVRETO DE POSSE CANÔNICA 

PARÓQUIA CATEDRAL METROPOLITANA DE SÃO SEBASTIÃO 
04. 11. 2024


RITOS INICIAIS 

Fora da igreja, esteja o novo pároco, a procissão de entrada e o celebrante, seja o Bispo ou um delegado por ele. Então o celebrante entrega ao novo pároco as chaves da igreja, com as seguintes palavra, ou outras semelhantes:


ENTREGA DAS CHAVES DA IGREJA

Pres: Recebe as chaves da igreja e cuida da parte do povo de Deus que te é confiada. Desempenha com verdadeira caridade e contínua alegria a missão de Pároco, procurando em tudo agradar a Cristo, o Bom Pastor, do qual foste constituído ministro.

Chegando ao altar e feita a devida reverência, o celebrante beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.



Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o celebrante diz:

Pres.: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

℟.: Amém.


O celebrante, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:

Pres.: O senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.


Leitura do documento de Nomeação / Provisão

Todos sentam-se. O Bispo recebe a mitra. O Chanceler do Bispado ou outro presbítero designado faz a leitura do documento. No final a assembleia aclama a nomeação do novo Pároco.



DOM RYAN DIAS CARDEAL ALCÂNTARA
POR MERCÊ DE DEUS E DA SANTA SÉ APOSTÓLICA
ARCEBISPO METROPOLITANO DO RIO DE JANEIRO

Fazemos saber que, em virtude das necessidades espirituais e administrativas da Paróquia (Catedral) de São Sebastião, e após ouvir o Colégio dos Consultores, consideradas as qualidades e aptidões do Revmo. Pe. Edgar Costa, e em atenção ao interesse pastoral desta Arquidiocese, nomeamos o Revmo. Pe. Edgar Costa como Pároco da referida Paróquia.

No exercício deste múnus pastoral, o Revmo. Pe. Edgar Costa deverá cumprir tudo aquilo que lhe inspirar o reto zelo sacerdotal, de acordo com as normas canônicas, os documentos do Magistério e as diretrizes pastorais em vigor nesta Arquidiocese, lembrando-se particularmente das seguintes obrigações inerentes à missão do Pároco:

1. Fazer com que a Palavra de Deus seja integral e adequadamente anunciada aos que vivem na Paróquia, cuidando para que os fiéis leigos sejam instruídos nas verdades da fé, principalmente através da homilia nos domingos e datas de preceito (cf. cân. 528 §1).

2. Estimular as obras que promovem o espírito evangélico, também no que se refere à justiça social (cf. cân. 528 §1).

3. Ter especial cuidado com a educação católica das crianças e jovens (cf. cân. 528 §1).

4. Procurar, com todo o empenho, que o anúncio evangélico chegue também aos que se afastaram da prática religiosa e aos que não professam a verdadeira fé (cf. cân. 528 §1).

5. Cuidar para que o culto à Santíssima Eucaristia seja o centro da vida paroquial (cf. cân. 528 §2).

6. Empenhar-se para que os fiéis se alimentem com a devota celebração dos sacramentos e, de modo especial, que se aproximem frequentemente da Santíssima Eucaristia e da Penitência (cf. cân. 528 §2).


7. Esforçar-se para que os fiéis sejam levados a fazer oração em família e participar consciente e ativamente da Sagrada Liturgia, cuidando para que nela não se introduzam abusos (cf. cân. 528 §2).

8. Esforçar-se em conhecer os fiéis sob seus cuidados, visitando as famílias, participando de suas preocupações, principalmente de suas angústias e dores, confortando-os no Senhor e, se necessário, corrigindo-os com prudência (cf. cân. 529 §1).

9. Ajudar com grande caridade os doentes, sobretudo os moribundos, confortando-os solicitamente com os sacramentos e recomendandoos a Deus (cf. cân. 529 §1).

10. Dedicar especial cuidado aos pobres, aflitos e solitários, aos exilados e aos que passam por dificuldades especiais (cf. cân. 529 §1).

11. Empenhar-se para que os esposos e pais sejam ajudados no cumprimento de seus deveres, incentivando na família o crescimento da vida cristã (cf. cân. 529 §1).

12. Reconhecer e promover o papel próprio dos fiéis na missão da Igreja, incentivando as associações que se propõem finalidades religiosas (cf. cân. 529 §2).

13. Cooperar com o Bispo e com o presbitério da Diocese, trabalhando para que os fiéis sejam solícitos no espírito de comunhão na Paróquia, sentindo-se membros da Diocese e da Igreja universal, participando nas obras destinadas a promover essa comunhão (cf.
cân. 529 §2).

14. Representar a Paróquia em todos os negócios jurídicos (cf. cân. 532).

15. Aplicar Missa pelo povo que lhe é confiado, todos os domingos e festas de preceito (cf. cân. 534).

16. Zelar pelos livros paroquiais de acordo com as prescrições da Diocese, cuidando para que sejam cuidadosamente escritos e diligentemente guardados (cf. cân. 535).


17. Manter um Conselho Pastoral Paroquial e um Conselho de Assuntos Econômicos, por meio dos quais os fiéis ajudam o Pároco na ação pastoral e na administração dos bens da Paróquia.

18. Participar das reuniões de sua Região Pastoral, promovidas pela Diocese.

19. Ser ponte para o encontro das pessoas com Jesus Cristo por meio da acolhida, do diálogo, da confiança e por juízos serenos e objetivos (cf. PDV 43).

20. Cultivar a afabilidade, a hospitalidade, o relacionamento franco e fraterno com as pessoas, sempre pronto a compreender, perdoar e consolar (cf. PDV 43).

Para maior glória de Deus,

Dado e passado na Cúria Arquidiocesana do Rio de Janeiro, ao vigésimo oitavo dia do mês de setembro do ano jubilar de nossa comunidade, de dois mil e vinte e quatro.

Todos aclamam:
Ass.: Graças a Deus.

A Missa segue como de costume, com o convite ao Ato Penitencial. 

Pre

s.: Irmãos e irmãs, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.


Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O celebrante diz:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
℟.: Confesso a Deus Todo-Poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, (batendo no peito*) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, Nosso Senhor. 

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.

Segue-se as invocações Senhor tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.

℟.: Senhor, tende piedade de nós.


Pres.: Cristo, tende piedade de nós.

℟.: Cristo, tende piedade de nós.


Pres.: Senhor, tende piedade de nós.

℟.: Senhor, tende piedade de nós.


ORAÇÃO DO DIA


Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Senhor, conservai no vosso povo o espírito que infundistes no bispo São Carlos Borromeu, para que a vossa Igreja seja continuamente renovada e, conformando-se à imagem de Cristo, mostre ao mundo a verdadeira face do vosso Filho. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém


PRIMEIRA LEITURA

(Fl 2, 1-4)


O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.


Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses


Irmãos, se existe consolação na vida em Cristo, se existe alento no mútuo amor, se existe comunhão no Espírito, se existe ternura e compaixão, tornai então completa a minha alegria: aspirai à mesma coisa, unidos no mesmo amor; vivei em harmonia, procurando a unidade. Nada façais por competição ou vanglória, mas, com humildade, cada um julgue que o outro é mais importante, e não cuide somente do que é seu, mas também do que é do outro.


— Palavra do Senhor.


Ao final acrescenta:

Leitor: Palavra do Senhor.

Todos aclamam:

Ass.: Graças a Deus.


SALMO RESPONSÓRIAL

(Sl 130)


O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.


℟. Guardai-me, em paz, junto a vós, ó Senhor!

— Senhor, meu coração não é orgulhoso, nem se eleva arrogante o meu olhar; não ando à procura de grandezas, nem tenho pretensões ambiciosas!

— Fiz calar e sossegar a minha alma; ela está em grande paz dentro de mim, como a criança bem tranquila, amamentada no regaço acolhedor de sua mãe.

— Confia no Senhor, ó Israel, desde agora e por toda a eternidade!

Segue-se o Aleluia ou outro canto.

No Evangelho, mesmo que haja diáconos, neste dia convém que seja proclamado pelo Pároco. Como de costume, primeiro o Bispo deita incenso no turíbulo, em seguida o Pároco se aproxima do Bispo, pede a benção e recebe o Evangeliário de suas mãos. O Bispo diz:

Pres.: Recebe o Evangelho de Cristo, do qual foste constituído mensageiro. Transforma em fé viva o que leres, ensina aquilo que creres e procura realizar o que ensinares.

Sac.: Dá-me a tua bênção.

O celebrante diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Sac.: Amém.


O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

EVANGELHO

(Lc 14, 12-14)


O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, e diz:

Diác. ou Sac.: O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.


O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:

Diác. ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.

℟.: Glória a vós, Senhor.


Diác. ou Sac.: Naquele tempo, dizia Jesus ao chefe dos fariseus que o tinha convidado: “Quando tu deres um almoço ou um jantar, não convides teus amigos nem teus irmãos nem teus parentes nem teus vizinhos ricos. Pois estes poderiam também convidar-te e isto já seria a tua recompensa. Pelo contrário, quando deres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos. Então tu serás feliz! Porque eles não te podem retribuir. Tu receberás a recompensa na ressurreição dos justos”.


Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:

Diác. ou Sac.: Palavra da Salvação.

℟.: Glória a vós, Senhor.


HOMILIA

 

Depois do Evangelho, o Bispo faz a homilia, explicando tanto as leituras bíblicas como o sentindo do rito de posse.


RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS SACERDOTAIS


Terminada a homilia, o Pároco aproxima-se do Bispo que está na sede de báculo e mitra; e permanecendo de pé diante do Bispo renova suas promessas que fez na ordenação, respondendo às perguntas:
Pres.: Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito de prometeste na ordenação.
Queres desempenhar sempre o teu encargo, como fiel cooperador da Ordem episcopal, apascentando o rebanho do Senhor sob a direção do Espírito Santo?
Pároco: Quero.


Pres.: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo, para louvor de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja?
Pároco: Quero.


Pres.: Queres unir-te, cada vez mais ao Cristo, Sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser com ele consagrado a Deus para a salvação dos homens?
Pároco: Quero.


Pres.: Queres com dignidade e sabedoria desempenhar o ministério da palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica?

Pároco: Quero, com a graça de Deus.


O Bispo:

Pres.: Prometes reverência e obediência ao teu Bispo?

Pároco: Prometo.

Pres.: Deus, que te inspirou este bom propósito, te conduza mais à perfeição.

Logo em seguida o Pároco professa a fé e presta o juramento segundo as normas do direito. 

Terminada a renovação das promessas sacerdotais o Bispo ainda sentado dirige-se ao Pároco com as seguintes palavras:

Pres.: Querido filho, hoje vos é confiada a missão de dirigir o povo cristão desta Paróquia e de ensiná-los o que a Igreja recebeu de Jesus Cristo. Para isso, convém que agora, na presença deste mesmo povo, professes publicamente aquela mesma fé que lhes deve ensinar.

PROFISSÃO DE FÉ

O Pároco se ajoelha diante do Bispo e recita a seguinte profissão de fé:

Pároco: Eu, Edgard Costa, creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber: Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém. Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal. Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes. Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência às doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pela Conferência dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.

Terminada a profissão de fé, Pároco continua de joelhos e faz o juramento de fidelidade. O diácono ou outro ministro sustenta o Evangeliário e o administrador/vigário paroquial impondo a mão direita sobre o Evangeliário diz:


JURAMENTO DE FIDELIDADE


Eu, padre Edgar Costa, ao assumir o ofício de Pároco da Paróquia Catedral São Sebastião, na Arquidiocese do Rio de Janeiro, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja católica, quer em palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento. Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios, pelos quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício. Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este depósito, serão por mim evitadas. Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico. Com cristã obediência seguirei o que declaram os sagrados Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente auxílio aos Bispos Diocesanos, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e os Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos.

Ao término da Missa o Pároco deve assinar os documentos da profissão de fé e juramento de fidelidade juntamente com o Bispo

ENTREGA DO BATISTÉRIO, CONFESSIONÁRIO E DO SACRÁRIO

Entrega do Batistério.
Pres: Recebe os instrumentos utilizados no Batismo dos novos filhos de Deus. Cuida para que a vida divina recebida neste sacramento cresça e se desenvolva sempre mais no coração dos fiéis.

Entrega do Confessionário. 
Pres: Recebe a estola roxa, veste usual para a administração do Sacramento da Penitência. Sê zeloso nesse ministério e distribui aos pecadores as riquezas da misericórdia infinita do Senhor.

Entrega da Capela do Santíssimo.
Pres: Lembra-te de que a Eucaristia é ápice e a fonte de todo culto e da vida cristã, em que se realiza a unidade do povo de Deus e se completa a construção do Corpo de Cristo. Por isso, recebe a chave do sacrário e zela com todo o cuidado para que a Eucaristia seja o centro de toda a ação pastoral e de toda a vida desta Paróquia.

Se nesta ocasião o celebrante for um outro presbítero delegado pelo Bispo Local, o empossado continua a presidência da celebração.

OFERTÓRIO


Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

Depois, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
℟.: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.


ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS


No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.


Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;

Pres.: Senhor, olhai as oferendas trazidas ao vosso altar na comemoração de São Carlos Borromeu, pastor solícito e exemplo admirável de santidade; pela força deste sacrifício, concedei também a nós a graça de produzir frutos abundantes de boas obras. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém. 


PREFÁCIO DOS PASTORES I

Cristo, hóspede e peregrino no meio de nós

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: NNa verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Vós nos concedeis a alegria de celebrar a memória de São Carlos Borromeu e fortaleceis a vossa Igreja com o exemplo de sua vida, o ensinamento de sua pregação e o auxílio de suas preces. Por isso, com a multidão dos Anjos e dos Santos, entoamos o hino da vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:

℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARISTICA III

sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.:  Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:
a  fim de que se tornem o Corpo + e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
A assembleia aclama:
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, São Sebastião e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
A assembleia aclama:
℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa João Paulo e o nosso Bispo Ryan, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
A assembleia aclama:
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

*3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO


Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.


O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos: 
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.


O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟.: O amor de Cristo nos uniu.


SAUDAÇÃO DA PAZ


Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.


Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

Ou: 

Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.


O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO


O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:

O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

Amém.

O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.


Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.


Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.


O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
 
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
 
De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Senhor, os sagrados mistérios que comungamos nos concedam a fortaleza de ânimo que tornou São Carlos Borromeu fiel no ministério e fervoroso na caridade. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém. 

BÊNÇÃO FINAL

 

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

 

Na Missa pontifical, o Bispo recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:
Bispo: O Senhor esteja convosco.
Todos respondem:
℟.: Ele está no meio de nós
Bispo: Deus, pastor e guia da Igreja, te guarde constantemente com sua graça para cumprirdes com fidelidade o dever de Pároco.
 
℟.: Amém.

Bispo: Ele te conceda, cada vez mais, forças para seres no mundo servo e testemunha da verdade e do amor de Deus e ministro fiel da reconciliação.
 ℟.: Amém.

Bispo: Ele continue te guiando e te fazendo verdadeiramente pastor, de forma que leves a este novo povo a ti confiado o Pão vivo e a Palavra de vida, e assim cresçam na unidade do Corpo de Cristo.
 ℟.: Amém.

Bispo: a todos vós aqui reunidos, abençoe-vos Deus todo-poderoso Pai + e Filho + e Espírito + Santo.  ℟.: Amém.

Bispo: : A alegria do Senhor seja a vossa força ide em paz e o Senhor vos acompanhe! 
 ℟.: Graças a Deus.

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