Ato de Posse Canônica do Cura da Catedral de São sebastião

 


LIVRETO DO ATO DE POSSE DO CURA DA CATEDRAL

21/12/2024

LIVRETO DE POSSE CANÔNICA 

PARÓQUIA CATEDRAL METROPOLITANA DE SÃO SEBASTIÃO 
04. 11. 2024


RITOS INICIAIS 

Fora da igreja, esteja o novo pároco, a procissão de entrada e o celebrante, seja o Bispo ou um delegado por ele. Então o celebrante entrega ao novo pároco as chaves da igreja, com as seguintes palavra, ou outras semelhantes:


ENTREGA DAS CHAVES DA IGREJA

Pres: Recebe as chaves da igreja e cuida da parte do povo de Deus que te é confiada. Desempenha com verdadeira caridade e contínua alegria a missão de Pároco, procurando em tudo agradar a Cristo, o Bom Pastor, do qual foste constituído ministro.

Chegando ao altar e feita a devida reverência, o celebrante beija-o em sinal de veneração. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.



Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o celebrante diz:

Pres.: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

℟.: Amém.


O celebrante, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:

Pres.: O senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.


Leitura do documento de Nomeação / Provisão

Todos sentam-se. O Bispo recebe a mitra. O Chanceler do Bispado ou outro presbítero designado faz a leitura do documento. No final a assembleia aclama a nomeação do novo Pároco.


    

DOM ANTÔNIO CHIAVI
POR MERCÊ DE DEUS E DA SANTA SÉ APOSTÓLICA
 ARCEBISPO METROPOLITANO DO RIO DE JANEIRO

A todos que lerem estas nossas letras, saúde e paz da parte de Deus e do Senhor Jesus Cristo.

Prot. 13/2024

Aos que deste decreto lerem, graça e paz.

PROVISÃO DE PÁROCO

Fazemos saber que, por meio deste decreto, nomeamos  CURA DA PARÓQUIA CATEDRAL SÃO SEBASTIÃO o Reverendíssimo cônego CARLOS EDUARDO, pertencente à Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, com todos os direitos e deveres constantes do Direito Canônico e das orientações pastorais arquidiocesanas, a partir do dia 19 de DEZEMBRO de 2024.

Terá por missão ensinar o Evangelho, administrar os sacramentos e reger o povo de Deus, como bom Pastor, de acordo com as normas do Código de Direito Canônico.

Seja recebido pelos fiéis com espírito de alegria e de verdadeira obediência, colaborando leal e eficazmente com ele em todas as atividades pastorais da Paróquia.

Este decreto deverá ser lido publicamente na missa do dia da posse, para que chegue ao conhecimento de todos, e integralmente transcrito no Livro Tombo da Paróquia.

No verso deste decreto será lavrado o competente termo de posse, cuja transcrição também deverá constar no Livro Tombo da Paróquia.

Este decreto terá validade enquanto não for revogado por disposição contrária.

Dado e passado na Mitra Arquiepiscopal de São Sebastião do Rio de Janeiro, sob sinal e selo da Chancelaria, aos dezenove dias do mês de dezembro do ano santo jubilar de 2024.


+ Antônio Chiavi
Arcebispo Metropolitano



Pe. Diogo Souza
Chanceler do Arcebispado

Subscrevi, arquivei e dou fé: 19/12/2024

ORAÇÃO INTRODUTÓRIA

Terminado os cumprimentos, o presidente diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Pres.: Senhor nosso Deus que pela efusão do Espírito Santos continue derramando vossas graças sobre estes vossos servos, a frente de seu ministério sacerdotal para a constante edificação da vossa Santa Igreja e do vosso santo sacrifício. Por nosso Senhor Jesus  Cristo, vosso Filho, que  é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

O leitor dirige-se ao ambão para a leitura do Evangelho, que todos ouvem sentados.

Leitor: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca
e no peito.
O povo aclama:
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Leitor: Naquele tempo, 13Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”14Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. 15Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” 16Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. 17Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.
Leitor: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO

RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS SACERDOTAIS


Terminada a homilia, o Pároco aproxima-se do Bispo que está na sede de báculo e mitra; e permanecendo de pé diante do Bispo renova suas promessas que fez na ordenação, respondendo às perguntas:
Pres.: Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito de prometeste na ordenação.
Queres desempenhar sempre o teu encargo, como fiel cooperador da Ordem episcopal, apascentando o rebanho do Senhor sob a direção do Espírito Santo?
Pároco: Quero.


Pres.: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo, para louvor de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja?
Pároco: Quero.


Pres.: Queres unir-te, cada vez mais ao Cristo, Sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser com ele consagrado a Deus para a salvação dos homens?
Pároco: Quero.


Pres.: Queres com dignidade e sabedoria desempenhar o ministério da palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica?

Pároco: Quero, com a graça de Deus.


O Bispo:

Pres.: Prometes reverência e obediência ao teu Bispo?

Pároco: Prometo.

Pres.: Deus, que te inspirou este bom propósito, te conduza mais à perfeição.

Logo em seguida o Pároco professa a fé e presta o juramento segundo as normas do direito. 

Terminada a renovação das promessas sacerdotais o Bispo ainda sentado dirige-se ao Pároco com as seguintes palavras:

Pres.: Querido filho, hoje vos é confiada a missão de dirigir o povo cristão desta Paróquia e de ensiná-los o que a Igreja recebeu de Jesus Cristo. Para isso, convém que agora, na presença deste mesmo povo, professes publicamente aquela mesma fé que lhes deve ensinar.

PROFISSÃO DE FÉ

O Pároco se ajoelha diante do Bispo e recita a seguinte profissão de fé:

Pároco: Eu, Carlos Eduardo, creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber: Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém. Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal. Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes. Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência às doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pela Conferência dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.

Terminada a profissão de fé, Pároco continua de joelhos e faz o juramento de fidelidade. O diácono ou outro ministro sustenta o Evangeliário e o administrador/vigário paroquial impondo a mão direita sobre o Evangeliário diz:


JURAMENTO DE FIDELIDADE


Eu, padre Carlos Eduardo, ao assumir o ofício de Pároco/Cura da Paróquia Catedral São Sebastião, na Arquidiocese do Rio de Janeiro, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja católica, quer em palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento. Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios, pelos quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício. Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este depósito, serão por mim evitadas. Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico. Com cristã obediência seguirei o que declaram os sagrados Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente auxílio aos Bispos Diocesanos, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e os Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos.

Ao término da Missa o Pároco deve assinar os documentos da profissão de fé e juramento de fidelidade juntamente com o Bispo

ENTREGA DO BATISTÉRIO, CONFESSIONÁRIO E DO SACRÁRIO

Entrega do Batistério.
Pres: Recebe os instrumentos utilizados no Batismo dos novos filhos de Deus. Cuida para que a vida divina recebida neste sacramento cresça e se desenvolva sempre mais no coração dos fiéis.

Entrega do Confessionário. 
Pres: Recebe a estola roxa, veste usual para a administração do Sacramento da Penitência. Sê zeloso nesse ministério e distribui aos pecadores as riquezas da misericórdia infinita do Senhor.

Entrega da Capela do Santíssimo.
Pres: Lembra-te de que a Eucaristia é ápice e a fonte de todo culto e da vida cristã, em que se realiza a unidade do povo de Deus e se completa a construção do Corpo de Cristo. Por isso, recebe a chave do sacrário e zela com todo o cuidado para que a Eucaristia seja o centro de toda a ação pastoral e de toda a vida desta Paróquia.

Se nesta ocasião o celebrante for um outro presbítero delegado pelo Bispo Local, o empossado continua a presidência da celebração.

Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

  

MITRA DA ARQUIDIOCESE DE SÃO SEBASTIÃO NO RIO DE JANEIRO

CÚRIA METROPOLITANA 

ATA DE POSSE DO PÁROCO MONSENHOR ERICK D’ÁVILA

Aos vinte e um dias do mês de dezembro de dois mil e vinte e quatro, á dez horas e cinquenta minutos na Catedral Metropolitana São Sebastião, no Rio de Janeiro, realizou-se a posse de Pe. Carlos Eduardo como pároco/cura, conforme nomeação de Dom Antonio Chiavi, Arcebispo Metropolitano.

A Santa Missa foi presidida por Dom Antonio Chiavi, com a participação de presbíteros, religiosos, e fiéis.

Durante o ato de posse, foi lido o decreto de nomeação, seguido pelo rito de posse, no qual Monsenhor Erick professou a fé e recebeu as chaves do sacrário e o Livro dos Evangelhos. Em sua mensagem, Dom Wallace exortou o novo pároco a exercer seu ministério com zelo e caridade.

Ao final, Pe. Carlos Eduardo agradeceu ao Arcebispo pela confiança e presença, e à comunidade pela acolhida, reafirmando seu compromisso com a paróquia. Após a Missa, houve uma confraternização no salão paroquial.

Para constar, foi lavrada a presente ata, assinada por mim, Pe. Diogo Souza, na qualidade de Chanceler, pelo . Sr. Dom Antonio Chiavi, pelo Rev. Pe, Carlos Eduardo, bem como por todos os senhores presbíteros , e por representantes  dos fiéis leigos.

Dado e passado na cidade Arquiepiscopal do Rio de Janeiro, sob nosso selo e sinal de nossas armas e de nossa chancelaria, ao vigésimo primeiro  dia do mês de dezembro do Ano Santo Jubilar de dois mil e vinte e quatro.


+ Antônio Chiavi
Arcebispo metropolitano



Pe. Carlos Eduardo
Pároco Empossado

Pe. Diogo Souza
Chanceler do Arcebispado

Subscrevi, arquivei e dou fé: 20/12/2024

BÊNÇÃO FINAL

 

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

 

Na Missa pontifical, o Bispo recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:
Bispo: O Senhor esteja convosco.
Todos respondem:
℟.: Ele está no meio de nós
Bispo: Deus, pastor e guia da Igreja, te guarde constantemente com sua graça para cumprirdes com fidelidade o dever de Pároco.
 
℟.: Amém.

Bispo: Ele te conceda, cada vez mais, forças para seres no mundo servo e testemunha da verdade e do amor de Deus e ministro fiel da reconciliação.
 ℟.: Amém.

Bispo: Ele continue te guiando e te fazendo verdadeiramente pastor, de forma que leves a este novo povo a ti confiado o Pão vivo e a Palavra de vida, e assim cresçam na unidade do Corpo de Cristo.
 ℟.: Amém.

Bispo: a todos vós aqui reunidos, abençoe-vos Deus todo-poderoso Pai + e Filho + e Espírito + Santo.  ℟.: Amém.

Bispo: : A alegria do Senhor seja a vossa força ide em paz e o Senhor vos acompanhe! 
 ℟.: Graças a Deus.

Postar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem